Quem cobra as pendências da sua equipe hoje?

Se a resposta é "eu", você já conhece o problema que deu origem ao inForm.

O inForm não nasceu numa sala de reunião de startup. Nasceu no chão de operação — em anos de consultoria de excelência operacional dentro de indústrias e operações do agronegócio, vendo o mesmo padrão se repetir em toda empresa, de todo porte:

O gestor não sofre para decidir o que precisa ser feito. Sofre para garantir que foi feito.

Pendência anotada em três lugares diferentes. Prazo que só existe na memória. Grupo de WhatsApp onde tudo se mistura e nada se cobra. E um gestor que passa metade do dia perguntando "e aquilo?" — porque se ele não perguntar, ninguém responde.

Por que mais um software não resolvia

A resposta padrão do mercado é sempre a mesma: implanta uma ferramenta de gestão. E o resultado também é sempre o mesmo: a equipe não preenche, o gestor vira cobrador do preenchimento além de cobrador da tarefa, e três meses depois a ferramenta virou custo esquecido no cartão.

O problema nunca foi falta de ferramenta. Foi exigir que a operação mudasse de lugar para caber na ferramenta.

Foi daí que veio a decisão que define o inForm: não criar um lugar novo — usar o lugar onde a operação já acontece. Todo gestor e toda equipe do Brasil já vivem no WhatsApp. Zero aplicativo para instalar, zero treinamento, zero disciplina de preenchimento. A barreira de entrada é nenhuma, porque o canal já está aberto o dia inteiro.

Quem constrói

O inForm é criado por Felipe Ramos — consultor de excelência operacional com formação em projetos mecânicos, certificação Lean Six Sigma e mais de oito anos apresentando melhorias e resultados direto para diretoria, do chão de fábrica de multinacionais a operações de campo do agronegócio.

Isso importa por um motivo prático: cada regra do inForm — quando cobrar, quando não cobrar, como insistir sem gerar atrito na equipe, como escalar quando alguém trava, o que fazer quando a resposta é "tô vendo" pela terceira vez — veio de operação real, testada e corrigida em uso diário. O inForm é menos um software e mais um método de cobrança e acompanhamento que virou software.

O que o inForm faz — e o que ele vira com o tempo

Hoje, o inForm cobra as pendências da sua equipe pelo WhatsApp, em seu nome, e te devolve só o que travou. Roda rotinas de acompanhamento sozinho — pergunta às pessoas certas, no horário certo, e te traz o resultado consolidado. E lembra de tudo: contexto, histórico, decisões tomadas.

Essa memória é a parte que nenhuma ferramenta comum entrega. A maioria dos softwares de gestão perde valor com o tempo — vira custo, vira legado. O inForm faz o caminho inverso: cada dia de uso deposita conhecimento sobre as pessoas, os processos e os padrões da sua operação. Depois de meses, ele responde perguntas que hoje ninguém na empresa responde de cabeça — e começa a enxergar padrões que quem está dentro do dia a dia não consegue ver.

Onde estamos

O inForm está em fase de fundadores: produto em produção, validado em operação real, com vagas limitadas e onboarding acompanhado pessoalmente. Os primeiros clientes entram com preço de fundador, congelado — porque cada operação que entra agora ajuda a moldar o produto, e isso tem valor para os dois lados.

Se a sua rotina é cobrar gente o dia inteiro, o inForm foi feito para devolver esse tempo.

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Vagas limitadas, onboarding acompanhado pessoalmente e preço de fundador congelado.

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